Conversor de unidades astronômicas

Alterne entre o modo de comprimento (m, km, UA, al, pc) e o modo de ângulo (rad, graus, arcmin, arcsec).

A carregar a simulação interativa...

Análise Dimensional de Métricas Astronômicas 🖖

A padronização de medições astronômicas requer consistência dimensional estrita. A conversão entre parsecs, anos-luz e unidades astronômicas envolve relações geométricas invariantes de escala ligadas à mecânica orbital da Terra. A conversão depende inteiramente de constantes fundamentais, como a velocidade da luz no vácuo e o semieixo maior orbital exato da Terra, garantindo precisão matemática. Esta escala estritamente física evita erros acumulados em vastos cálculos de distâncias extragalácticas.

Dois tipos de medida, mantidos separados 🖖

Na astronomia, você não pode encostar uma régua numa estrela. Você mede duas coisas bem diferentes: a que distância os objetos estão (comprimento) e que tamanho aparentam no céu (ângulo). Não são intercambiáveis, então este conversor mantém os modos de comprimento e de ângulo separados e nunca os mistura. Conhecendo o tamanho angular de um objeto e sua distância, a regra do ângulo pequeno tamanho ≈ ângulo × distância converte segundos de arco em quilômetros reais.

AU deixou de depender da órbita da Terra 🖖

Você esperaria que a unidade astronômica fosse simplesmente a distância da Terra ao Sol — mas desde 2012 a União Astronômica Internacional a define como um comprimento fixo exato, 149,597,870,700 m, por convenção. Ela já não acompanha a órbita real da Terra, que varia ao longo do ano e até se desloca lentamente à medida que o Sol perde massa. Então aqui AU é uma constante definida, como o próprio metro, e não uma nova medição de onde a Terra está.

Problemas de exemplo