Traçador de Raios em Lente Fina

Ajuste a distância focal e a distância do objeto para ver como uma lente fina forma imagens reais ou virtuais.

A carregar a simulação interativa...

Limites de Snell e princípio de Fermat 🖖

O traçado de raios óticos simula o caminho da luz através de lentes aplicando a lei de Snell nos limites. Segue o princípio de Fermat do tempo mínimo: a luz viaja pelo caminho que minimiza o tempo. A aberração esférica ocorre porque raios nas margens focam mais perto do que os centrais.

Dois raios já bastam 🖖

Uma lente delgada desvia todos os raios que saem de um ponto do objeto para que voltem a convergir em um único ponto imagem, então basta acompanhar dois raios fáceis. O raio paralelo sai da ponta na horizontal e depois passa pelo foco; o raio central atravessa o centro da lente sem se desviar. Onde os dois se cruzam está a imagem. Se só coincidem ao prolongá-los para trás, a imagem é virtual — o caso da lupa.

A imagem que voa pelo infinito 🖖

Arraste o objeto em direção ao foco e veja a distância da imagem v disparar para +∞, sumir e reaparecer à esquerda como −∞: uma imagem virtual. Nada se teletransporta; a equação das lentes 1/v = 1/f − 1/u é uma transformação de Möbius (linear fracionária), e essas transformações tratam o infinito como um ponto comum. Ao cruzar u = f, a imagem simplesmente passa suavemente por esse ponto no infinito e muda de real para virtual.

Problemas de exemplo