Problema resolvido na íntegra
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O tamanho da amostra para uma sondagem com precisão de ±5% a 95% de confiança 5 passos
Pretende uma sondagem com uma precisão de ±5% a 95% de confiança. Deduza o tamanho da amostra — em seguida, determine quanto custa reduzir o erro para metade e por que razão a dimensão da população nunca aparece.
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A margem de erro é a semiamplitude do intervalo de confiança para uma proporção. Diminui com a raiz quadrada do tamanho da amostra, que é de onde surge tudo o que é surpreendente.
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Isole n. O valor 1.96 é o valor normal padronizado que corta 2.5% em cada cauda — é uma propriedade do nível de confiança, e não dos seus dados.
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Substitua. O planeador acima exibe este n, e a resposta de 385 é a razão pela qual tantas sondagens citam cerca de mil inquiridos.
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Note que se usou p = 0.5 sem conhecer a verdadeira proporção. Isso é deliberado: p(1−p) atinge o máximo nesse ponto, pelo que é o pior cenário e o tamanho da amostra é seguro, seja qual for o resultado final.
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Agora reduza o erro pretendido para metade. O quadrado no denominador é o responsável pelo impacto.
Resposta
385 pessoas para ±5%, e 1537 para ±2.5%. Quatro vezes o custo para duplicar a precisão — a lei da raiz quadrada a funcionar ao contrário, e a razão pela qual as sondagens estagnam nuns poucos milhares em vez de avançarem para ±1%, o que exigiria 9604. A outra surpresa é o que falta: a população nunca entra no cálculo. Uma amostra de 385 é tão precisa para uma cidade de 100 000 como para um país de 100 milhões, porque a estimativa depende de quantos inqueriu, e não de quantos não inqueriu.
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Percurso de aprendizagem
Quando é que uma diferença é real?
Referências (1)
- The 1936 Literary Digest poll, and why 2.4 million responses lost to 50,000: P. Squire, "Why the 1936 Literary Digest Poll Failed." Public Opinion Quarterly 52(1), 125–133, 1988.